sexta-feira, 17 de julho de 2015

VIM DE VÊNUS - DE/EN/ES/PT


Imagens e citações de textos do site do link acima.

Decidi publicar um terceiro artigo sobre Vênus, visto que o caso de Omnec me toca pessoalmente e para dar continuidade aos posts relacionados a contatos com Seres Evoluídos Espiritualmente, visto que não podemos mais ignorar o que ocorre a nossa volta, quase que diariamente!

 Vou comentar minha historia com Omnec em poucas palavras:
Era o ano de 2001 ou 2002 (não tenho o livro em mãos para ver a data da compra), mas naquele dia, seguindo uma intuição, fui à livraria Sphinx em Basel, onde era cliente, e colocando o dedo na fileira de livros a minha frente, ele pára justo no livro de Omnec:
ICH KAM VON DER VENUS.

Explicando: 
Há dias eu vinha trabalhando num pretenso livro sobre uma menina que, ouvindo falar da Terra e seus problemas em uma aula escolar no Planeta Vênus, e sentindo forte empatia e desejo de ajudar os terráqueos, ela decide nascer na Terra. Lembro que quebrei a cabeça, de como uma menina, sem carmas terrenos (dívidas), poderia nascer aqui - e uma solução que encontrei, foi que ela, voluntariamente, assumiu determinada quota cármica (dívidas coletivas no caso), já como forma de ajuda ao Planeta. E enquanto escrevia e buscava encontrar um nome para o livro - um deles era Born on Venus / Nascida em Vênus  - lembro que pensei em escrever o livro para um filme e até contatei o famoso diretor suíço, a quem conheci na Première do filme Abril Despedaçado (com a presença de R. Santoro e o "menino", a quem consegui dar a mão e parabenizar), sediada em Basel, Suíça, origem de nascimento do diretor  Arthur Cohn - e ele me respondeu e me explicou, em poucas palavras, que escrever para filmes é totalmente diferente do que escrever um livro habitual.

Bem, em dado momento uma forte intuição me diz para ir a livraria Sphinx... e lá encontro "meu livro" já escrito e publicado por Omnec, de fato, uma garota vinda de Vênus - uma história incrível - quase in-crível, mas quando se lê o livro, não se duvida de sua sinceridade, principalmente porque no caso dela, ela não veio só para ajudar, mas primeiro, durante 50 anos, teve que resgatar fortes carmas criados em algumas vidas na Terra - esta mulher sofreu muito e já por isso vale a pena ler o livro, fora as informações inusitadas que ela repassa de nossa história e de Vênus! E foi com ela que entendi algo muito sutil:

- Ela diz, numa parte do livro, que mesmo vivendo numa esfera astral superior (muitos relacionam a 4D com a dimensão do astral), para eles tudo é tão físico como para nós a 3D! 
E daí fez Eureca em mim: 
Ou seja, o sentimento e a sensação da fisicalidade não é algo estático ou propriedade da 3D! 

Bem, entendi que captei da esfera mental o livro dela! E deixei o meu de lado!
Por isso esta homenagem hoje a Omnec também - e, seja por sincronia ou por coincidência, hoje, sexta-feira, é dia do Planeta Vênus! Entonces, voilà!!!

E aos que acham isso pagão, gosto de lembrar que se a Criação é fruto de um Criador, então nada é pagão e assim como o ser humano tem características, cada Planeta tem as suas, e hoje sabemos que nos chegam energias de longínquas estrelas e constelações que influenciam nossa mente! 
O saber disso é que é libertador,  ao vivermos a máxima astrológica:
- Os astros inclinam mas não determinam!
Pois o fato de não crer não nos impede de que os astros e planetas nos influenciem, pelo contrário, mais fortemente somos guiados sem termos consciência - quantos mais consciência, menos poder eles tem sobre nós! (Mas isso é tema para outro artigo onde vou aprofundar a questão da Astrologia).

Nota: não tenho como evitar que os textos copiados apareçam com o fundo branco - salvo se eu deixasse meu fundo branco, ao invés de dourado, o que estou avaliando.

E agora vamos aos poucos textos que selecionei do site de Omnec:
“As I was born on the planet Venus in another dimension and came to your planet as a young child, I was able to retain the knowledge and information that I had gathered as a soul through many incarnations and life times. I can keep this information intact, and what I teach people is actually what I KNOW and not what I’ve read about or what I’ve heard, but what I have experienced through many different life cycles on Earth and in other dimensions.”


Tradução do texto acima:
Como eu nasci no planeta Vênus em outra dimensão e cheguei ao seu planeta como uma criança, eu era capaz de reter o conhecimento e informação que eu tinha recolhido como uma alma através de muitas encarnações e tempos de vida. Eu posso manter esta informação intacta, e o que eu ensino as pessoas é realmente o que eu sei e não o que eu li sobre ou o que eu ouvi, mas o que eu tenho experimentado por muitos ciclos de vida diferentes na Terra e em outras dimensões.

Sobre Omnec:

O nome espiritual "Omnec Onec" significa "recuperação espiritual". É tarefa e talento de Omnec ajudar as pessoas a se reconectar com seu verdadeiro eu como alma. 
Julgamento e críticas : A coisa mais importante que as pessoas na terra tem que aprender é substituir a crítica e julgamento com amor e aceitação." 
Devido à sua história de vida incomum e sua individualidade especial, Omnec sempre desencadeia muito amor e alegria, conhecimento e memórias nas pessoas, mas também críticas e dúvidas. Omnec manteve enfatizando que um dos maiores presentes de um ser humano é a sua liberdade individual de crer e pensar no que ele decidir.

OUTRO TEXTO, EM ALEMÃO / ANDERER TEXT, AUF DEUTSCH 
(aus der website von omnec - auch in deutsch vorhanden)


Die Astralebene ist eine feinstoffliche Dimension, die mit physischen Möglichkeiten nicht gesehen oder bewiesen werden kann. Laut Omnec waren auch die Venus sowie viele andere Planeten vor langer Zeit ähnlich physisch belebt wie die Erde heute. Durch natürliche Evolutionszyklen veränderten sich die Lebensbedingungen und dank der spirituellen Entwicklung seiner Bewohner konnte das Leben auf diesen Planeten weiter existieren, nun jedoch nicht mehr im Physischen, sondern in feineren Schwingungsebenen.
Der spirituelle Name „Omnec Onec“ bedeutet „Spiritual Rebound“, zu Deutsch: „Spirituelle Rückverbindung“. Es ist Omnec’s Aufgabe und Talent, Menschen wieder mit ihrem wahren Sein als Seele in Verbindung zu bringen.
Tradução do texto acima: 
O plano astral é uma dimensão da menor densidade que não pode ser visto ou provado com meios físicos. De acordo com Omnec, muito tempo atrás Vênus, e muitos outros planetas, suportaram vida física muito semelhante à Terra hoje. Por ciclos evolutivos naturais, para mudar as condições de vida ,e graças ao desenvolvimento espiritual das pessoas, a vida poderia continuar a existir nesses planetas em níveis mais sutis de vibração, mas não mais no físico.
EM ESPANHOL...
...encontrei um site, em que o autor, depois de tecer um longo comentário (mais longo que o meu :-), vai ao ponto e faz algo inédito: cria uma cronologia, tanto quanto possível, de supostos seres, contatos e/ou viagens a/de Marte e/de Vênus, e como hoje estou consagrando o Dia ao planeta Vênus, vou citar abaixo a lista venusiana, e no link cada um poderá acessar o artigo na íntegra. Detalhe: não sabia que até Lobsang Rampa escreveu um livro: MI VISITA A VÉNUS! (Falo de Lobsang num dos artigos sobre Vênus já postados hoje cedo). 
FUROR VENUSINO

En fecha tan remota como 1877 el lucero del alba, ya visitado por Swedenborg en el siglo XVIII, mereció la publicación, por autor anónimo, de Loma, ciudadano de Venus.

De 1883 a 1886 el Maestro Tibetano “Phylos” y un puñado de acólitos de la llamada Comunidad Teo-Crística de Lemuria, le insuflaron al joven californianoFrederick Spencer Oliver Vida en dos planetas.

Se trata de una gruesa y atractiva novela histórica plagada de avatares de su protagonista, Rexdahl, a lo largo de sus 22 encarnaciones en la Atlántida, el planeta Venus y un enclave secreto bajo el Shasta, montaña sagrada al norte de California.

1.   Pasan 52 años y Dana Howard lanza Mi vuelo a Venus, continuado por Vesta, el humano oriundo de Venus.
2.   Transcurridos unos meses Violet Gilbert entrega a su editor Mi viaje a Venus.
3.   Al poco tiempo (1943) el novelista inglés C.S. Lewis edita Perelandra (Travesía a Venus).
4.   En la histórica efeméride del 20 de noviembre de 1952, George Adamski, el pionero y más popular entre la miríada de contactados, se entrevista con el venusino Orthon en el desierto de Mohave, California.
5.   Cuatro meses antes Calvin C. Girvin fue transportado a Venus, y la crónica del periplo nos la ha legado en Mil OVNIs en la noche.
6.   Al año siguiente el taxista mejicano Salvador Villanueva Medina fue abordado en una carretera solitaria por un venusino de 1,20 de estatura que lo trasladó a su mundo de origen, y la sabrosa experiencia puede leerse en Yo estuve en el planeta Venus.
7.   La venusina Omnec Onec toma posesión en 1955 del cuerpo de Sheila Mansel, niña de 7 años domiciliada en Tennessee, la cual cuando tuvo 24 dictó vis a vis a Rainer Luedtke las 280 páginas de Vengo de Venus.
8.   Un caso similar de walk-in tuvo lugar en 1960, cuando ViVenus, recién inmigrada del orbe del amor, “tomó los mandos” del organismo físico de una muchacha neoyorquina que acababa de cometer suicidio, y en 1982 apareció su autobiografía: ViVenus, heraldo de las estrellas.
9.   En diciembre de 1959 Frank E. Stranges se entrevista en el Pentágono con Val-Thor, responsable de Venus que según él lleva tres años cumpliendo una misión en la Tierra, y narra lo sucedido en el folleto Mi amigo del espacio.
10. Las comunicaciones telepáticas desde la estrella de la mañana trasegadas durante años por el ingeniero mecánico Jessee Valentine lucen extractadas por Henry R. Gallart en Desde otros mundos (1964).
11. Para no ser menos, el conocido autor de El tercer ojo, T. Lobsang Rampa, dejó a la posteridad en 1966 Mi visita a Venus.
12. Voltra, un evolucionado espécimen de ese mismo mundo, se comunicó en 1966 con la psíquica Marianne Francis, cuyo nombre espiritual es Aleuti Francesca.
13. En abril de 1967 el camionero de Mineral Wells (West Virginia) Woodrow Derenberger fue teleportado a Venus en una nave-nodriza por un matrimonio oriundo de ese planeta, Mr. Jitro Cletaw y su esposa Elvane, y lo mucho que allí y en Lanulos vio puede consultarse en el volumen de Harold W. Hubbard Visitantes del planeta Lanulos.
14. Al año siguiente Paul Koslouski mantuvo conversaciones telefónicas con Latu, un individuo originario del mundo Albatron, conocido por nosotros como Venus, y sus vivencias nos las traspasó en Somos hijos del universo. Mi contacto con gente del espacio.
15. La primera vez que Ron Card habló con un equipo llegado de Venus fue en 1971, y sus andanzas ocupan todo un libro.
16. Ernest L. Norman cuenta su estancia en Azure, bella ciudad venusina, en La voz de Venus (1955).
17. Por otra parte un cenáculo de personalidades del planeta que nos ocupa, bautizado como Los Científicos de Venus, nos ha ilustrado con:Carrera espacial a la luna y Enseñanzas de Venus: revelación directa sobre los platillos volantes y la vida en el planeta.
18. Y finalmente aludiremos a los dos trabajos dictados al sensitivo Michael Barton X: Ciencia secreta de Venus! (1958) y Salud mágica venusina (1959).
19. Y al testimonio de John Langdon Watts La razón de vivir y visita a Venus. (1975).

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